
As exportações espanholas de máquinas agrícolas e componentes registou-se um crescimento do 8,92% nos primeiros nove meses do ano, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Trata-Se de dados "muito bons e tranquilizadores", assinalam a partir deprestígio Espanhola de produtores-Exportadores de Máquinas Agrícolas e seus Componentes, Estufas, Proteção de Culturas agrícolas, Sistemas de Irrigação, Equipamentos de Pecuária, Saúde e Nutrição Animal, equipamento Florestal, de Biomassa e de Pós-colheita (AGRAGEX).
A estabilidade dos mercados europeus, sobretudo o alemão e o francês, e o crescimento "consistente" do africano ?Marrocos, acima de tudo? e o sul-americano, foram as chaves que permitiram lidar com o mau comportamento das exportações ao continente asiático e que se registrem números positivos ao final do ano.
De fato, a partir da Associação confiam na 2019 fechar com um valor das exportações espanholas de máquinas agrícolas perto dos 2500 milhões de euros. Deles, 1.300 correspondem às expedições ao continente europeu, 550 a África, 400 a América Latina, 120 a Ásia e 25 a Oceania.
Um segundo semestre "difícil de explicar"
O comportamento das exportações durante o segundo semestre do ano é "difícil de explicar, e existem inúmeras interpretações", diz o diretor de AGRAGEX, Jaime Lisboa.
"Por um lado, as empresas, coincidem no fato de que, em setembro, o mercado não pegava depois da parada tradicional por férias. O mercado está irregular e podemos comprovar depois de voltar de Hannover (feira Agritechnica), onde as visitas foram menores, mas de qualidade".
São paulo faz referência à fraqueza da economia alemã e leve, mas inócua melhoria da francesa. Além disso, as vacilações no Reino Unido, em torno do Brexit seguem "importunando os mercados", ao igual que a guerra comercial entre a China e os estados unidos. Nos EUA, que "conseguiu criar uma incerteza total no mundo económico e financeiro".
Cumprida a perfeição a folha de rota de 2019 AGRAGEX
A Associação valorizam positivamente o cumprimento em sua prática totalidade do plano previsto para este 2019, salvo a missão comercial para o Sudão, adiada até 2020 por questões de segurança.
"As atividades de nossos parceiros e do setor agropecuário, em geral, em matéria de internacionalização nos últimos meses de 2019 podem ser consideradas satisfatórias, se não excelentes em sua execução", aponta Jaime Hernani.
Cabe destacar o elevado número de empresas que decidiram viajar, da mão-de-AGRAGEX, às diferentes feiras e missões comerciais, bem como os resultados positivos destas visitas, tanto do ponto de vista das vendas, como a abertura de novos mercados.
Nos últimos três meses, quatro missões comerciais serviram para visitar países como Egito, Japão, Irã, Qatar, Senegal e Gana. Por sua parte, houve presença espanhola em feiras de Argélia, França, Peru (duas vezes), Alemanha, México e Turquia; e houve três serviços personalizados no Cazaquistão, Romênia e Nigéria.
AGRAGEX prepara já o seu roteiro 2020, que inclui presença em feiras de Paris, Bolonha, Hannover, Amesterdão, México, Berlim, Califórnia, Cidade do Cabo ou de Cidade de Ho Chi Minh.
Mas, sem dúvida, a "actividade estrela" para AGRAGEX do ano que está prestes a começar, serão as XVII Jornadas de Compradores Estrangeiros, que serão realizados nos dias 23 e 24 de fevereiro em são paulo, no âmbito da Feira Internacional de Maquinaria Agrícola (FIMA). Mais de 70 importadores e distribuidores do setor agropecuário podem se reunir com as empresas parceiras de AGRAGEX para explorar possibilidades comerciais. "Além disso, continuaremos abrindo barreiras em mercados quase sem navegar por nossas empresas, como o Iraque, em Uganda, ou Ruanda", acrescenta Hernani.
O diretor de AGRAGEX destaca que "a saúde das exportações espanholas do setor agropecuário é boa e, embora eles vêm de anos de incerteza, queremos incentivar as empresas portuguesas a seguir exportando, para sair, para além de nossas fronteiras. É uma tarefa difícil e trabalhosa, mas a mão de AGRAGEX será mais fácil. 108 empresas há muitos anos conf